sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Agricultura familiar emprega 75% da mão-de-obra no campo, aponta censo do IBGE

Fonte: Portal PT Nacional

O Censo Agropecuário 2009 traz uma novidade: pela primeira vez, a agricultura familiar brasileira é retratada nas pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor emprega quase 75% da mão-de-obra no campo e é responsável pela segurança alimentar dos brasileiros, produzindo 70% do feijão, 87% da mandioca, 58% do leite, 59% do plantel de suínos, 50% das aves, 30% dos bovinos e, ainda, 21% do trigo consumidos no país.

Foram identificados 4.367.902 estabelecimentos de agricultura familiar que representam 84,4% do total, (5.175.489 estabelecimentos), mas ocupam apenas 24,3% (ou 80,25 milhões de hectares) da área dos estabelecimentos agropecuários brasileiros.
O estudo do IBGE traça uma radiografia do setor, analisando características dos 5,2 milhões de propriedades rurais do país e ainda dados dos produtores.

Os resultados do levantamento permitem uma comparação com o último censo do tipo, referente aos anos de 1995 e 1996. Entre as informações estão dados sobre a estrutura fundiária, a produção, as técnicas utilizadas, o pessoal ocupado e as finanças desses estabelecimentos.

Segurança alimentar
Apesar de ocupar apenas um quarto da área, a agricultura familiar responde por 38% do valor da produção (ou R$ 54,4 bilhões) desse total. Mesmo cultivando uma região menor, a agricultura familiar é responsável por garantir a segurança alimentar do país gerando os produtos da cesta básica consumidos pelos brasileiros. O valor bruto da produção é de R$ 677 por hectare/ano.
A cultura com menor participação da agricultura familiar foi a soja (16%). O valor médio da produção anual foi de R$ 13,99 mil.

Outro resultado positivo apontado pelo Censo é o número de pessoas ocupadas na agricultura: 12,3 milhões de trabalhadores no campo estão em estabelecimentos da agricultura familiar (74,4% do total de ocupados no campo). Ou seja, de cada dez ocupados no campo, sete estão nesta atividade que emprega 15,3 pessoas por 100 hectares.

O Censo também revela que dos 4,3 milhões de estabelecimentos, 3,2 milhões de produtores são proprietários da terra. Isso representa 74,7% dos estabelecimentos com uma área de 87,7%.

Produção de soja
A cultura da soja foi a que mais se expandiu no país na última década. Com um aumento de 88,8% na produção, foram produzidos, em 2006, 40,7 milhões de toneladas, em 15,6 milhões de hectares. A área colhida também teve aumento de 69,3%. Ao todo, a produção de soja gerou R$ 17,1 bilhões para a economia brasileira. O grão foi cultivado em quase 216 mil propriedades, localizadas principalmente no Centro-Oeste

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A verdade sobre Honduras

por: Eduardo Guimarães www.cidadania.com

Nunca será demais dizer a verdade sobre o que está acontecendo nas Honduras da América Central, bem como pesar que conseqüências podem advir do desfecho de tais acontecimentos. Tentarei, pois, fazer este registro histórico da forma mais simples possível, sem rebuscar na linguagem ou me estender demasiadamente em pormenores, visando a fácil compreensão, por qualquer um, da situação política naquele país.

Também julgo importante, para um registro desta natureza, apresentar somente fatos inquestionáveis, de forma que, ao leitor, fique a decisão sobre que parte envolvida tem razão ou se alguma das partes a tem.

Será importante registrar, também, como os formadores de opinião (imprensa e classe política) no Brasil vêm tratando o assunto. Este país acabou assumindo um dos papéis protagonistas nessa crise – para o bem, no entender de alguns, e para o mal no entender de outros – ao conceder abrigo ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, na representação diplomática do Brasil naquele país.


Vamos, pois, aos fatos.


Numa madrugada de junho de 2009, soldados hondurenhos invadiram a casa do então presidente de Honduras, Manuel Zelaya. Foram ao seu quarto e o surpreenderam dormindo ao lado de sua mulher. Sob a mira de armas, levaram-no ao aeroporto de pijamas e o deportaram do próprio país, deixando a família para trás.
Em seguida, a Justiça e o Legislativo de Honduras apresentaram suposta carta de renúncia de Zelaya – carta que, desde o primeiro momento, ele nega ter escrito – e, sem votação popular alguma, “elegeram” presidente um dos opositores políticos do presidente deposto. Ou seja: o grupo que depôs Zelaya escolheu o novo presidente entre seus membros e deu posse a ele sem consultar a população.
Há que ressaltar bem a situação: o presidente eleito pela maioria dos hondurenhos foi tirado do cargo sem que tivesse tido julgamento de qualquer espécie e, assim, oportunidade de se defender das acusações que seus adversários lhe fizeram para justificar as sanções que lhe foram impostas. São acusações de ter cometido crimes que justificariam sua deposição. Elas, porém, contrastam com a opção por deportá-lo em lugar de prendê-lo e julgá-lo.

Acusaram o presidente deposto de ter convocado um plebiscito, uma consulta ao povo hondurenho sobre se o seu país deveria ou não convocar uma assembléia constituinte, ou seja, uma reunião de legisladores para escrever e votar uma nova constituição, e de Zelaya pretender que essa assembléia votasse uma lei que lhe permitisse disputar novo mandato.

Vale dizer que a vigente constituição de Honduras proíbe reforma constitucional e propositura de reeleição de um presidente, e determina que o ocupante de cargo público que proponha tal coisa perca o cargo e fique inelegível por dez anos.
Zelaya afirma que esse trecho da constituição de seu país vale para funcionários públicos de escalões inferiores e não para o presidente da República, e a comunidade das nações considerou ilegal a destituição do presidente sem o devido processo legal e amplo direito de defesa do processado, e rejeitou que a pena tenha sido aplicada antes de qualquer julgamento.

Por conta disso, nenhum país reconheceu o novo governo e sanções econômicas dessa comunidade internacional se sobrepuseram contra Honduras sob a exigência de que os que derrubaram Zelaya lhe devolvam o poder.

Os que perpetraram o que todas as instituições e países do mundo consideraram “golpe de Estado”, devido à crescente pressão internacional adotaram a estratégia de tentar legitimar pelo voto popular a interrupção de um mandato concedido de forma inquestionável pela maioria dos hondurenhos: convocaram eleição para presidente no próximo mês de novembro.

A ONU, a OEA, a União Européia e todas as demais instituições multilaterais mais importantes, bem como a totalidade dos países – Estados Unidos incluídos –, rejeitaram uma eleição comandada pelos que interromperam um mandato popular por meio de armas e de constrangimento físico sem dar ao detentor daquele mandato a chance de se defender num processo legal de perda de mandato.

Além disso, as forças de repressão do regime que se instalou depois da deposição de Zelaya passaram a atacar a tiros e a prender indiscriminadamente os milhares de cidadãos que protestam contra a deposição do presidente que apóiam, e tais forças passaram a proteger manifestações pró regime orquestradas por este regime, manifestações flagrantemente caracterizadas por empresários e pelas camadas mais ricas da sociedade hondurenha.

É neste ponto que surge uma divergência espantosa entre gigantes. Todas as instituições multilaterais e chefes de Estado de todas as grandes democracias do mundo se contrapõem aos maiores meios de comunicação de grande parte dos países (sobretudo dos meios da América Latina), que têm preferido apontar os “crimes” de Zelaya ou sua "militância política" na embaixada do Brasil, o que fazem em benefício do processo ilegal de sua destituição.

Na América Latina, primordialmente, as oposições aos governos tidos como de esquerda na região unem-se à imprensa na preferência por aqueles que a comunidade das nações chama de golpistas, termo que inclusive é adotado pela mesma imprensa que surgiu com a tese de “golpe corretivo”, ou seja, um golpe que dura apenas o suficiente para derrubar um governo que uma parte da sociedade julgue que não deve prosseguir, mas sem a menor garantia de que aquela decisão seja apoiada pela maioria.

Um fato inquestionável: a imprensa latino-americana apoiou golpes de Estado na região durante o século passado todo, tendo, inclusive, apoiado tentativas de golpe neste século, como aconteceu na Venezuela em 2002, onde uma tentativa de golpe foi defendida por meios de comunicação de vários países, inclusive o nosso.

No Brasil, políticos e jornalistas de esquerda dizem abertamente que as grandes tevês comerciais, os grandes jornais e as grandes revistas semanais apóiam o golpe em Honduras porque acalentam a idéia de que golpes como o hondurenho possam ser dados no Brasil se um governante algum dia adotar medidas que firam interesses do grupo social a que pertencem os donos desses meios de comunicação.

Também ressalta o crime internacional cometido pelo regime dito golpista, que, violando acordos internacionais, ataca com guerra psicológica e gases tóxicos a embaixada brasileira em Tegucigalpa, num desafio aberto à comunidade das nações. Os ataques derivam de o presidente deposto ter voltado a Honduras e se abrigado em nossa representação diplomática naquele país.

Manuel Zelaya foi derrubado, segundo certa corrente de pensamento, porque vinha adotando políticas sociais e econômicas inspiradas nas de seu então homólogo venezuelano, Hugo Chávez, despertando na direita hondurenha (empresariado e classes sociais mais altas) temor de “socialização” de um país que figura entre os campeões de concentração de renda no mundo, tal como o Brasil.

Não se trata de uma invenção de ninguém em particular o que todas as grandes democracias, a Organização das Nações Unidas, a Comunidade Européia, a Organização dos Estados Americanos – e quantos mais quiserem pôr na lista – concordam, ou seja, que a deposição de Zelaya, tal como foi feita, constitui ameaça ao direito dos povos do mundo inteiro de escolher governantes e de essa escolha ser respeitada.

Escrevi este texto inspirado em dúvidas manifestadas por enfermeiras da Unidade de Terapia Intensiva do hospital Santa Catarina, em São Paulo, onde minha filha de dez anos está internada. Elas manifestaram dúvidas sobre “quem teria razão” nesse caso da crise política e institucional em Honduras.

As enfermeiras disseram-se cheias de dúvidas depois de assistirem comigo, no quarto de minha filha no hospital, reportagem do Jornal Nacional sobre o assunto. Espantou-me a dúvida delas sobre quem teria razão, a Globo ou Lula. Ficou-me claro que entenderam que a emissora apóia os que derrubaram Zelaya e que Lula apóia o presidente deposto.

O claro apoio de grandes meios de comunicação e de políticos de direita a golpe de Estado num continente como a América Latina, que já sofreu tantos golpes de direita apoiados por grandes meios de comunicação, constitui-se num clichê latino-americano surrado, o das repúblicas bananeiras, imagem criada para designar republiquetas centro-americanas em que governos surgem e somem ao sabor de decisões de gabinete.

Estes são os fatos sobre Honduras. Nada do que escrevi aqui pode ser questionado. Espera-se, pois, que este texto simples e direto possa ajudar na difusão de fatos que todo brasileiro precisa entender bem, pois o processo em Honduras pode influenciar nosso futuro de maneira determinante, sobretudo se passar despercebido daquela parte enorme da população que pouco se informa.


* Eduardo Guimarães é Presidente do Movimento dos sem mídia e autor do Blog www.Cidadania.com


Fátima quer 'Ficha Limpa' no pleito de 2010

A deputada federal Fátima Bezerra participou do ato de entrega do projeto de iniciativa popular que institui a chamada "ficha limpa" obrigatória para os candidatos nas eleições. A proposta foi entregue pelo Movimento de Combate a Corrupção Eleitoral ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado federal Michel Temer, no início da tarde de ontem.

O projeto de lei recebeu 1,3 milhão de assinaturas, coletadas pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O texto torna inelegível candidato condenado em primeira instância ou denunciado por crimes como improbidade administrativa, uso de mão de obra escrava e estupro. A deputada petista acredita que, por ser uma iniciativa popular, a proposta terá mais força para ser aprovada no Congresso Nacional.
"Essa proposta trará mudanças efetivas no nosso sistema eleitoral porque vem de fora para dentro com o respaldo de 1,3 milhão de eleitores." A deputada disse que vai defender a aprovação do projeto na íntegra.

DEUS TE ABENÇOE


A história registra que no dia 18 de outubro de 1924 a devotada trabalhadora espírita D. Clélia Rocha fundou, na cidade de São Manuel (SP), o Lar Anália Franco, entidade destinada a acolher crianças órfãs. Até os dias de hoje, a instituição já abrigou perto de dez mil internas, amparando-as e orientando-as até que estejam aptas para enfrentar o mundo. Mas o trabalho em favor do bem nem sempre é compreendido. Sempre haverá aqueles dispostos a atirar pedras, no sentido exato da palavra. D. Clélia soube enfrentá-los com base nas lições de Jesus, conforme relatos do Espírito Hilário Silva.

Logo após fundar o referido lar, D. Clélia viu-se em sérias dificuldades para mantê-lo. Tentando angariar fundos de socorro, a fiel servidora conduzia as crianças aqui e ali em simples atividades artísticas. Acordava almas, comovia corações e assim sustentava o difícil período inicial da obra.
Desembarcando certa noite em uma pequena cidade, foi alvo de injusta manifestação antiespírita. Vaias, gritarias, condenações foi a recepção oferecida. D. Clélia, com auxílio de pessoas bondosas, protege as crianças. Em meio à confusão, vê que um moço robusto se aproxima e, em seguida, atira-lhe uma pedra na cabeça. Com o golpe violento, o sangue escorre. Mas a trabalhadora do bem continua como quem desconhece o agressor. Medica-se depois. Cuidar das crianças estava em primeiro plano.
Por mais de uma semana, D. Clélia permaneceu naquela comunidade, orando e servindo aos necessitados. Acabava de atender a um doente em casa particular, quando entra uma senhora aflitíssima. É uma mãe que está com o filho acamado com meningite, pedindo-lhe auxílio espiritual. D. Clélia não vacila. Corre ao encontro do enfermo e, surpreendida, encontra nele o jovem que a ferira. Febre alta. Inconsciência. A missionária desdobra-se em cuidados e dedicação. Aplica-lhe passes (transfusão de energias psíquicas e/ou espirituais), preces, enfermagem carinhosa. Ao fim de seis dias, o doente recupera-se. Envergonhado, reconhece-a. Quando a sós, beija-lhe respeitosamente as mãos e pergunta: - A senhora me perdoa? Ela, com brandura, disse apenas: - Deus te abençoe, meu filho.

Em situações semelhantes como a maioria das pessoas reagiria? Na prática, vemos muitas revidando a pedrada recebida. Mas exemplos de humildade como o de D. Clélia não ficam sem fruto. O jovem recuperado acabou tornando-se valoroso militante da Doutrina Espírita e destemido trabalhador do Evangelho de Jesus.

Lembremos sempre que nosso vínculo é com Jesus e não com as pessoas. Tudo quanto fizerem conosco não nos afetará, porque Ele nos defenderá de todo mal que não esteja estabelecido pela Lei de Causa e Efeito.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

ENBLORN foi um sucesso

Por iniciativa do blogueiro Robson Oliveira, o ENBLORN aconteceu no útimo dia 26 em Lajes.


Robson Oliveira abriu o evento

Blogueiros de toda as regiões do Rio Grande do Norte estiveram reunidos trocando experiências acerca da arte de blogar.

"Blog: Democratização da comunicação", foi o tema do encontro que teve na sua abertura a participação do Prefeito do município Benes Leocádio de lajes, que também é presidente da FEMURN.

Benes Leocádio destacou a importância dos blogs

Benes falou da importância do evento e também das iniciativas de inclusão digital que estão sendo implantada Lajes através de sua administração, onde já disponibilizou internet sem fio de acesso livre para todo municipio.

O Poder dos blogs dentro do processo de democratzação da comunicação foi enfatizado por Daniel Dantas que é professor universitário e doutorando na área da comunicação

Carlos santos "não façais aos outros o que não quereríeis que fosse feito a ti mesmo"

O blogueiro Carlos Santos enfatizou a importancia dos blogs na política e ainda mostrou que não basta postar matérias. É necessaário que o leitor veja no blog um espaço dinâmico e de fácil compreensão, e isto iclui um visual adequado a cada estilo de público.

Calos santos concorda que não existe imparcialidade no blogueiro. “Uma vez que emito qualquer opinião, estou sendo parcial com algum pensamento ou ideologia”, disse Carlos Santos. E conclui, “nunca faça ao outro o que não gostaríeis que fosse feito contigo”.

Taciana Burgos

Destaque para a última palestra do evento proferida pela Professora de comunicação social da UFRN, Taciana Burgos, que enfatizou as questões de estrutura e lay-outs do blog.

João do PT participou do ENBLORN


O blogueiro João do PT, Pola Pinto de Messias targino e Katerine de campo grande participaram ativamente das atividades do encontro de blogueiros. João afirma que o mesmo trouxe subsídios para que possamos ampliar os conhecimentos acerca deste assunto.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Encontro de Blogueiros do RN acontece neste sábado
Blogueiros de todo o Estado se reúnem este sábado, 26 de setembro, em Lajes, no I Encontro de Blogueiros do Rio Grande do Norte (ENBLORN). A iniciativa é do blogueiro Robson Oliveira, conhecido como Robson Cabugi.Com o tema "Blog: Democratização da comunicação", o evento deverá reunir mais de 150 pessoas entre professores, jornalistas, advogados e demais envolvidos com essa ferramenta de comunicação digital no RN.

O objetivo é fortalecer a comunicação entre os blog’s através dos diversos temas que serão abordados e fazer com que todos os blogueiros possam unificar seus trabalhos."Iremos ter palestra com professores de comunicação e blogueiros reconhecidos. As discussões serão sobre o conteúdo dos blogs, a questão de lay out, organização e a influência deste tipo de site no meio político" afirma Robson Oliveira.


O Bloger joão do PT confirma presença em encontro estadual de blogueiros em Lajes

João do PT é o editor do Blog http://www.soudopt.blogspot.com/ que já ultrapassou a casa dos 50.000 acessos desde a sua criação. João confirmou presença no I Encontro de Blogueiros do Rio Grande do Norte (ENBLORN) que vai reunir blogueiros de todo estado, amanhã, 26, em Lajes.

João do PT fala da importância do evento
"Conhecer novas ferramentas da net é fundamental para a execução de um trabalho profícuo na era da comunicação. Neste sentido, o EMBLORN chega para nos auxiliar nesta empreitada", destaca João.

Floresta se reuniu para discutir litígio

Na tarde de hoje, sexta 25, se reuniram na comunidade de Floresta, distante 18 Km da sede do Municipio de Severiano Melo, O Prefeito Municipal Silvestre Monteiro, os Vereadores João do PT, Derimar Barra, Berg Monteiro, Gilson Carvalho, Coitinho e Maurício José, além do Secretário de Comunicação e eventos Hanne Bruno, o Ex Vereador Elano ferreira e a população de diversas comunidades circunvizinhas, para discutir a problemática do litigio daquela região.

Comunidade em busca de solução

De acordo com a lei estadual que criou o municipio de Severiano Melo, a região limitrofe exclui diversas comunidades que desde então são assistidas pela Prefeitura de Severiano Melo. Comunidades como: Floresta, Bela Fonte, Baixa dos Cabras, Sitio São Bento, Sitio Boa Sorte, Sitio Novo Oriente, Sitio do Padre, Nova Descoberta, Rudaque, Baixa Vermelha, Cuvico, Pedrinhas, além de outras estão nesta área litigiosa.

De acordo com o Vereador da comunidade, Raimundo Candido de Lima, a população não quer transferir suas atividades e nem serem assistidas por Apodi, uma vez que a mais de 40 anos que se sentem abandonados pelas administrações daquele municipio.

Toda a classe política, independente de corrente partidária, se mostrou disposta a lutar por aquela população.

Avantes na luta!

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Aprovação de Lula sobe e vai a 81%; governo tem 69% de avaliação positiva

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva subiu para 81%, segundo a pesquisa CNI/Ibope, divulgada nesta terça-feira (22). Em junho, quando foi realizado o último levantamento, a avaliação do presidente da República era de 80%. A variação fica dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2 pontos percentuais.

Os dados mostram também que 69% dos brasileiros consideram o governo Lula ótimo ou bom, contra 68% na pesquisa de junho. Outros 22% consideram o governo regular e 9%, ruim ou péssimo.

De acordo com a pesquisa, a nota média para o governo Lula subiu de 7,5 para 7,6, em escala de zero a 10. Já a confiança no presidente ficou estável, em 76%.

A pesquisa também fez uma comparação entre o primeiro e o segundo mandatos do governo Lula, em que, para 44% a atual gestão do presidente é melhor que a anterior. Antes, 45% entendiam que o segundo mandato era melhor que o primeiro. O índice dos que consideram o atual mandato igual ao primeiro se manteve em 40% e os que consideram o segundo mandato pior que o primeiro ficou estável em 14%.

A pesquisa CNI/Ibope foi realizada no período de 11 a 14 de setembro, ouvindo 2.002 pessoas, em 142 municípios.

Governo Lula tira 20 milhões da linha da pobreza em cinco anos, aponta FGV

Cerca de 31 milhões de brasileiros subiram de classe social entre os anos de 2003 e 2008. Entre eles, 19,4 milhões deixaram a classe E, que traça a linha da pobreza no país, tendo a renda domiciliar inferior a R$ 768,00; e outros 1,5 milhão saíram da classe D (de R$ 768,00 a 1.114,00). Com isso, houve uma queda acumulada de 43% no grupo dos mais pobres neste período.
Ao mesmo tempo, a classe AB, que representa o grupo com renda domiciliar mais elevada (superior a R$ 4.807,00), ganhou 6 milhões de pessoas. A classe C (renda familiar entre R$ 1.115,00 e 4.807,00) é a maioria da população e recebeu 25,9 milhões de brasileiros nos últimos cinco anos.
A constatação faz parte de um estudo divulgado hoje (21) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), com base nos dados de 2008 da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), apresentada na semana passada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o economista da FGV Marcelo Néri, responsável pelo estudo, esse movimento foi puxado principalmente pelas políticas de transferência de renda do governo federal, como o Bolsa Família, que traz como impacto direto a melhoria na renda do brasileiro pertencente à camada mais baixa. Ele acredita que as transferências de renda no momento atual de crise podem contribuir para a retomada da economia.
“Se eu reajusto o Bolsa Família, a grande beneficiária é a classe E. Se eu aumento o salário mínimo, por exemplo, quem mais ganha é a classe D. Já se faço reajuste das aposentadorias acima do [salário] mínimo quem ganha mais é a classe AB", diz Néri. "Por isso defendo mais reajustes transitórios ao Bolsa Família do que reajustes permanentes ao mínimo e muito menos ganhos de pensões acima do mínimo, que não beneficiam nem a classe média brasileira.”
Para ele, as políticas de renda têm impacto totalmente diferente em termos de desigualdade e de pobreza e na situação atual têm efeito diferente sobre a demanda. "O pobre consome toda a renda dele e, neste momento em que a gente está precisando de um ataque contra a crise, eu diria que o Pelé é o mercado interno e o seu companheiro de ataque é o Tostão do Bolsa Família. Essa é a dupla eficiente que está permitindo ao Brasil sair da crise ou não ter entrado tanto nela”, diz.
Néri destacou, ainda, que desde 2001 o Brasil vive um processo de redução da desigualdade. Neste período, a renda per capita dos 10% mais pobres da população subiu 72%, enquanto a dos 10% mais ricos cresceu, aproximadamente, 11%. De acordo com o economista, essa melhora no indicador foi impulsionado principalmente pela renda do trabalho.
“Acho que essa redução de desigualdade foi a grande conquista da década. O fato de ser puxada em cerca de dois terços pela renda do trabalho significa que o brasileiro está gerando sua própria renda. O que temos observado é um boom no mercado de trabalho”, ressaltou Neri. Segundo ele, os programas sociais ou aposentadorias foram responsáveis pelos outro um terço do movimento.

ABr
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sábado, 19 de setembro de 2009

Vereador homenageia Jota Pinheiro durante a sessão

O Vereador João do PT fez uma homenagem ao amigo Jota Pinheiro, falecido há oito dias. João leu uma mensagem e em seguida teceu, emocionado, alguns comentários acerca do amigo, que segundo o Edil, era uma pessoa singular. “O que acabei de ler retrata o que sinto e não tenho condições de expressar. Esta mensagem eu encontrei pronta, porém fiz algumas adaptações que julguei necessárias. Ela retrata o meu sentimento verdadeiro”, comentou o Vereador.

Meu amigo Jota Pinheiro

Outros vereadores também comentaram a morte de Jota Pinheiro. Destacando-se, porém, o vereador Gilson carvalho, que era muito amigo do radialista. “Éramos quase como irmãos, não conto os dias em que ficamos, eu ele e o Pastor, conversando até altas horas em frente a minha casa. No reencontro com o Pastor, percebemos o desconforto da ausencia de Jota”, disse emocionado o Edil. E conclui referindo-se a falta do amigo inseparável, “eu e o Pastor analisamos que agora é como fossemos apenas um e meio cada”.

Segue na íntegra a mensagem lida por João do PT na Câmara:

Morrer é voltar para casa

Quando a morte chegou, com sua bagagem de mistérios, trouxe junto divergências e indagações.

Afinal, quando os olhos de J. Pinheiro se fecharam para a luz, o coração silenciou e a respiração cessou, teria morrido junto a sua essência humana?

Materialistas negam a continuação da vida. Mas os espiritualistas dizem que sim, a vida prossegue além da sepultura.

E eles têm razão. Há vida depois da morte. Vida plena, pujante, encantadora.

Prova disso? As evidências estão ao alcance de todos os que querem vê-las.

Bastava olhar o rosto de nosso irmão e amigo Jota que faleceu e víamos claramente que faltava algo: a alma já não mais estava ali.

O Espírito deixou o corpo feito de nervos, sangue, ossos e músculos. Elevou-se para regiões diferentes, misteriosas, onde as leis que prevalecem são as criadas por Deus.

Como acreditar que somos um amontoado de células, se dentro de nós agita-se um universo de pensamentos e sensações?

Não. Nós não morreremos junto com o corpo. O organismo voltará à natureza - devolveremos à Terra os elementos que recebemos – mas o Espírito jamais terá fim.

Janilton viverá para sempre, em dimensões diferentes desta porque é imortal. O sopro que o anima não se apaga ao toque da morte.

Prova disso está nas mensagens de renovação que vemos em toda parte.

Ou você nunca notou as flores delicadas que nascem sobre as sepulturas? É a mensagem silenciosa da natureza, anunciando a continuidade da vida.

Como sabemos, J. Pinheiro viveu valorizando a família, o respeito ao próximo, a ética, e amor. A prova disso, tivemos no dia de suas exéquias. O cortejo fúnebre foi belamente acompanhado, como nunca se viu em nosso município, por milhares de amigos seus. Por isso, a morte é apenas o fim de um ciclo. A volta para casa.

Com a consciência pacificada, o coração em festa, o homem de bem, J. Pinheiro, fechou os olhos do corpo físico e abriu as janelas da alma.

Do outro lado da vida, a multidão de seres amados que foram antes dele o aguardavam.

Os parentes e amigos que morreram antes estavam lá, para abraços calorosos, beijos de saudade, sorrisos de reencontro.

No dia de sua morte física, as lágrimas podem até terem regado o solo dos túmulos e até terem respingado nas flores, mas houve felicidade para ele que se foi em paz.

Ele vai descobrir um mundo novo, há muito esquecido. Descobrirá que é amado e experimentará um amor poderoso e contagiante: o amor de Deus.

Depois daquele momento em que os olhos se fecharam no corpo material, uma voz ecoou na alma que acabou de deixar a Terra.

E disse, suave: Vem, sê bem-vindo de volta à tua casa.


* * *


A morte tem merecido considerações de toda ordem, ao longo da estada do homem sobre a Terra.

É fenômeno orgânico inevitável porque a Lei Divina prescreve que tudo quanto nasce, morre.

A morte não é pois o fim, mas o momento do recomeço.

Pensemos nisso.

Do estimado irmão,

João do PT.


Texto do momento.com (adaptação de João do PT)

Engenheira do Banco Paulista recebeu casas em Severiano Melo

Na quinta feira, 17, a engenheira do banco paulista visitou o municipio de Severiano Melo e vistoriou as dez unidades habitacionais do PSH 2007 construídas pelo Banco através da Cooperhaf em parceria com o Sintraf-Oeste.

Durante a visita a engenheira fotografou todas as casas, fez anotações e informou que tudo estava dentro do padrão exigido pelo banco.

A visita foi acompanhada de perto pelo Presidente do Sintraf-Oeste, João do PT, que informou que em breve, talvez ainda este mês, seja feita uma reunião com os beneficiários do PSH 2008, afim de providenciar a construção das novas casas.

O Sintraf-Oeste foi responsável pela mobilização de 67 agricultores familiares de São Francisco do Oeste, Taboleiro grande, rodolfo Fernandes, Itaú e Severiano melo para o PSH 2008 que terão suas casas iniciadas em breve.

Em Severiano Melo serão construídas 27 unidades na próxima etapa.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

VALE A PENA LER!

José Agripino mentiu
sem precisar ser torturado


Antônio Capistrano escreveu no site o Vermelho sobre a estapafúrdia afirmação de José Agripino a O Mossoroense de que nunca havia apoiado a ditadura militar. Eis o seu fundamentado artigo: O senador José Agripino concedeu uma entrevista, no último domingo, 13, ao jornalista Bruno Barreto, editor político do jornal O Mossoroense. Indagado se ele se arrependeu de ter apoiado o Regime Militar, ele respondeu: "Eu não apoiei o Regime Militar. Nunca apoiei o Regime Militar. Pelo contrário. Eu fui prefeito no final do Regime Militar. Eu teria razões para me orgulhar de ter sido artífice da transição e da redemocratização. Ao romper com o meu partido, passando a apoiar, no Colégio Eleitoral, o nome de Tancredo Neves para presidente da república, do ponto de vista político e administrativo paguei um preço alto, na época eu era governador e muito do que estava comprometido de verbas para a minha ação no governo, foi cortada. Além do desgaste político de apoiar o mesmo candidato do meu adversário Aluízio Alves". Essa é a versão do senador José Agripino Maia. Mas, a verdade é outra. Existem alguns equívocos ou inverdades nessa história. Vamos aos fatos. José Agripino foi escolhido, pela Assembleia Legislativa, prefeito de Natal em 1979, portanto, em pleno Regime Militar e não no final do Regime como ele disse na entrevista. O seu nome foi encaminhado para ser homologado pelo Poder Legislativo Estadual, pelo seu primo Lavoisier Maia que substituiu o seu pai, Tarcísio Maia, no Governo do Estado. Vale salientar, os dois foram nomeados governadores pelo Regime Militar com a concordância de Aluízio Alves, naquele momento seu correligionário político (quem não se lembra da famosa "Paz Pública", que resultou na escolha de Lavoisier Maia para o Governo do Estado, Geraldo Melo para vice-governador, Jessé Pinto Freire para o Senado e José Agripino Maia para prefeito da capital?). José Agripino exerceu a função de prefeito biônico de Natal de 1979 a 1982. O Regime Militar implantado em 1964 teve como último presidente o general João Baptista Figueiredo, que governou até 1985, portanto Zé Agripino Maia foi prefeito de Natal durante o Regime Militar. Só para lembrar: Tarcísio Maia foi nomeado governador biônico, substituindo Cortez Pereira, que era biônico também, por indicação do general Golbery do Couto e Silva, com o apoio decisivo de Aluízio Alves, que vetou o nome de Dix-huit Rosado Maia, um dos cotados para o cargo. A escolha se deu em 1974. Aluízio ainda participou da indicação do vice, indicando o médico e ex-reitor da UFRN, Genibaldo Barros. Outro fato narrado pelo senador que merece um esclarecimento, a sua eleição para o governo em 1982 e a derrota de Aluízio Alves. Aluízio era um candidato considerado por muitos, imbatível. Zé Agripino não disse, na entrevista, que essa eleição foi viciada por uma legislação eleitoral casuística que dificultou a escolha livre do cidadão. O Regime Militar criou o voto vinculado, de vereador a governador só podia votar em candidato do mesmo partido, além da figura do senador biônico. Tudo com um objetivo, prejudicar a oposição, principalmente no Nordeste. Cito como exemplo os casos de Aluízio Alves, no Rio Grande do Norte e o de Marcos Freire, em Pernambuco. Os dois estavam disparados na preferência popular, mas foram derrotados pela legislação eleitoral imposta pelo governo militar. O filho de Tarcísio Maia, José Agripino Maia foi o candidato de Figueiredo ao Governo do Estado, Carlos Alberto de Souza foi o escolhido para concorrer uma vaga ao Senado e o velho Dinarte Mariz, já no fim da sua liderança política, foi contemplando com a vaga de senador biônico. Carlos Alberto que era deputado federal foi premiado por ter sido relator da CPI do atentado terrorista ao Rio Center, fato ocorrido no Rio de Janeiro e, como relator inocentou os militares envolvidos nesse ato. Além da vaga de senador, Carlos Alberto ganhou a concessão de um canal de televisão. Portanto, José Agripino Maia surgiu na política potiguar graças ao Regime Militar de 1964, ele é filho político desse período da história brasileira, ele não pode negar a sua origem e trajetória política, pode até renegar a ditadura militar, mas não pode simplesmente dizer que não foi beneficiário do Regime Militar, ele e a sua família. O ex-governador Aluízio Alves, nesses últimos 50 anos, o maior líder político do Rio Grande do Norte, conta essa história, bem direitinho, no seu relato: "O que eu não esqueci", livro publicado em 2001 pela editora Leo Christiano Editorial - RJ. Agora, o senador não explicou o porquê da divisão dos Maias no colégio eleitoral que escolheu o último presidente de forma indireta. Tarcísio Maia ficou com Mário Andreazza; Lavoisier Maia, com Paulo Maluf e, José Agripino Maia com Tancredo Neves. Qualquer um que fosse eleito, os Maias ficariam por cima. Não se pode negar a história. Sei que ela é feita pelos vencedores e que as versões às vezes valem mais do que os fatos, mas, a verdade é essa, José Agripino Maia não pode desvencilhar a sua história política da ditadura militar, ele é fruto, por obra e graça, do Regime Militar. Claro que ele tem seus méritos, soube consolidar uma liderança que se iniciou biônica e depois se popularizou com a força e os instrumentos do poder.


Mas... Tem mais
É bom lembrar que José Agripino herdou as bases de Dinarte Mariz, o ícone do apoio à ditadura militar. Quem não lembra da charge do Cartão Amarelo na capa do Poti que trazia Dinarte Mariz arrancando Tarcísio Maia do túmulo? Que a nomeação do seu pai governador biônico teve também grande influência do seu tio João Agripino, ex-governador da Paraíba, velha raposa da velha UDN e que foi ministro de Jânio Quadros, mas apoiou o golpe militar, como se pode constatar na Wikipédia, quando da derrubada de Jango. Que quando José Agripino foi candidato a governador em 1982, o presidente Figueiredo declarou à imprensa potiguar que para eleger seus candidatos o governo poderia cometer alguns pecados. E que naquela ocasião o advogado e jornalista Jayme Hipólito, no mesmo O Mossoroense, onde ele declarou que não apoiou a ditadura militar, que "pecado" no plano administrativo é sinônimo de "peculato", que é sinônimo de corrupção, que, como sabemos, correu solta para elegê-lo governador. Peculato, no Aurélio, quer dizer: Delito praticado pelo funcionário público que, tendo, em razão do cargo, a posse de dinheiro, valor, ou qualquer outro móvel, público ou particular, deles se apropria, ou os desvia, em proveito próprio ou alheio, ou que, embora não tenha posse desses bens, os subtrai ou concorre para que sejam subtraídos, usando das facilidades que seu cargo proporciona: William Shakespeare já dizia: "Alguns se elevam pelo pecado, outros caem pela virtude". Foi assim que Dilma "caiu", jargão da esquerda para os militantes que iam presos durante a ditadura. E na virtude manteve-se mesmo sob tortura, pois teve a dignidade de mentir para salvar vidas dos companheiros. Ser fraco é falar a verdade. Cristo sob tortura não afirmou nem ser o Rei dos Judeus. "Tu o dizes", a resposta à tortura psicológica que se seguiu à tortura física. José Agripino agora mente sem precisar de tortura. Nada mais natural para alguém que se elevou pela força do pecado.


FONTE: www.defato.com/crispiniano.php

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Vereadores de Severiano Melo mantiveram o Veto às emendas da LDO

Na última Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Severiano Melo, ocorrida na sexta feira 11 de setenbro, os Vereadores mantiveram os vetos às emendas da LDO encaminhados pelo Executivo à Camara. Por 04 votos a tres as emendas foram retiradas do texto a ser promulgado.

Os vetos forma amplamente debatidos pelos edis. O Vereador petebista Gilson Carvalho defendeu insistentemente a derrubada dos vetos. Segundo o Edil, emendar a LDO e depois ser a favor do veto do Prefeito é um absurdo. Porém, o mesmo não se ateve ao complexo erro cometido pelos Vereadores que fizeram as emendas, visto que , de acordo com a modificação do Art. 18 o município estaria obrigado a gastar 62% com pagamento de pessoal, quando a Lei de Responsabilidade Fiscal prevê que o limite é 60% para estes gastos.

O Lider do Governo, Vereador João do PT, que assumiu a vaga depois das emendas terem sido enviadas ao Executivo, votou pela manutenção do veto, pois segundo ele, de acordo com análise mais aprofundada, não poderia concordar em ser responsabilizado futuramente pela indução do Executivo a uma infração a Lei de Responsabilidade Fiscal.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Suplente de Vereador do PT assumiu novamente uma vaga na Câmara de Severiano Melo

O suplente de Vereador, João Batista de Carvalho – João do PT, assumiu nesta ultima sexta feira, a vaga de Vereador na Câmara Municipal de severiano Melo. João tomou lugar na vaga do então Vereador Hanne Bruno – PSDB, que foi designado para a pasta da Secretaria de Comunicação e eventos do Municipio.

Esta é a segunda vez neste ano que João do PT é convocado pela Mesa Diretora da Câmara. A primeira aconteceu no Mês de maio quando o mesmo substituiu o Vereador Nildo Moura, que se afastou para tratamento médico por um período de 45 dias. No período em que esteve Vereador, João do PT apresentou diversas proposições importantes, como é o caso do Projeto de Lei que criou o FHIS – Fundo de Habitação de Interesse Social, já sancionado pelo Prefeito, além de outros projetos, assim como contribuiu com um debate qualificado e substancioso na Câmara.

Segundo João do PT, este novo momento é consequência do trabalho desenvolvido ao longo da sua carreira política e principalmente pelo fato de ter desenvolvido um trabalho que agradou a todos na Câmara e no Executivo. “Desenvolvemos um trabalho com responsabilidade e coerência enquanto estivemos na Câmara, de forma que não desprezamos e nem bajulamos ninguém e por isso fomos convidados a voltar a esta instituição, desta feita, com a perspectiva de demorarmos mais tempo na atividade”, destaca João do PT.

O novo Vereador ainda comenta que Bruno Melo poderá desenvolver um excelente trabalho na Secretaria, uma vez que o mesmo tem muita credibilidade com o Executivo. “Bruno Melo tem mostrado que conquistou a confiança do Prefeito Silvestre, e é exatamente ai que se apresenta uma importante oportunidade de se desenvolver um bom trabalho, pois com certeza, terá mais autonomia nas suas ações”, comenta joão do PT. E complementa, “desejo que o mesmo possa ter bastante sucesso na nova empreitada”.

Bruno Melo assume Secretaria de Comunicação e Eventos

O Vereador licenciado Bruno Melo-PSDB assumiu a Secretaria de Comunicação e Eventos da Prefeitura Municipal de Severiano Melo. Bruno se afastou na semana passada e deu sua vaga ao suplente joão do PT que também já assumiu na sexta passada.

O novo Secretário criou uma expectativa quanto a nova missão e se diz muito empolgado com a nova função. “Estou traçando as metas, programas de trabalho, e ate dezembro ja estamos divulgando as ações do governo bem como um relatorio sobre as percas que o municioio teve com a queda de arrecadação do FPM – Fundo de Participação dos Municípios - ocasionadas pela redução do coeficiente de 0.8 para 0.6 e que vem tazendo muitos transtornos para o municipio”, comenta Bruno Melo.