sábado, 23 de janeiro de 2010
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Francinaldo Rafael - jornal O Mossoroense - 08/12/2010
http://www2.uol.com.br/omossoroense/mudanca/conteudo/francinaldo.htm
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
OS ANTEPASSADOS DO HOMEM
Um estudo publicado pela revista americana "Science" no dia 2 de outubro aponta para uma evolução paralela de macacos e humanos, após a separação das duas famílias, milhões de anos atrás. Apresentado como novidade para o mundo científico, apenas vem confirmar o que a Doutrina Espírita já afirma há tempos.
Narra Emmanuel que os trabalhadores do Cristo analisavam a combinação dos complexos celulares, prevendo todas as possibilidades e necessidades do futuro. Os tipos adequados à Terra foram aprontados em todos os reinos da Natureza, eliminando-se os resultados monstruosos das épocas remotas, estando esses guardados hoje somente em museus do mundo. O reino animal experimenta as mais estranhas transições no período terciário, influenciados pelo meio e pela lei de seleção. Ansiosos, procuramos os legítimos antepassados do homem. Não adianta pensar nos lendários Adão e Eva. Eles nunca existiram.
Reportando-se aos estudiosos que examinaram os assuntos do evolucionismo, Emmanuel esclarece que não houve propriamente uma "descida da árvore", no início da evolução humana. As forças espirituais que dirigem os fenômenos terrestres, sob a orientação do Cristo, estabeleceram, na época da grande flexibilidade dos elementos materiais, uma linhagem definitiva para todas as espécies, dentro das quais o princípio espiritual encontraria o processo de seu aperfeiçoamento, em caminhada para a racionalidade.
Face a tudo isso, permanece cada vez mais atual a recomendação de Allan Kardec, o Codificador: "Se algum dia a Ciência comprovar que o Espiritismo está errado em algum ponto, cumpre aos espíritas abandonarem imediatamente o ponto equivocado e seguirem a orientação da Ciência". Até hoje, homens da ciência apenas têm confirmado informações preciosas repassadas à Terra pelos Instrutores Espirituais.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O GIGANTE DEITADO
Marcela (nome fictício) acredita que nasceu para ter dificuldades. Reclama que nasceu sem sorte. Todas as pessoas que conhece são felizes e capazes de construírem algo. Mas com ela nada dá certo. Claro que isso é na sua visão de coitadinha. Leva uma vida saudável e cheia de oportunidades. Com esse pensamento negativista prefere não se esforçar em nada e espera que tudo caia do céu. Por outro lado, o mineiro Jerônimo Mendonça totalmente paralítico e cego viajou Brasil afora realizando palestras, consolando e orientando dezenas de pessoas.
Nascido em Ituiutaba (MG) no dia 1º de novembro de 1939, Jerônimo Mendonça Ribeiro teve a infância de uma criança normal. Já na puberdade começou a sentir dores nas articulações, principalmente nos joelhos e tornozelos. Aos 18 anos Jerônimo andava com dificuldade. Depois viu-se preso a cadeira de rodas e em seguida a uma cama ortopédica por cerca de 30 anos, vítima de artrite reumatoide. Mesmo tendo submetido-se a rigorosos tratamentos com especialistas da medicina, a doença não cedeu. O mal era progressivo. Na sucessão de anos perdeu o movimento dos braços e em 1970, a visão.
Conheceu e abraçou a Doutrina Espírita ainda na mocidade. Tudo que com ela aprendeu soube aplicar em sua vida. Sabia e sentia que seu sofrimento era efeito de atitudes equivocadas em outras encarnações. Nunca deixou-se abater, transformando seu leito em local ambulante de trabalho. A cama havia sido projetada por inspiração e tinha a inclinação exata para que permanecesse vivo. Para amenizar as dores, mantinha sobre o peito um peso de trinta quilogramas. O sofrimento físico era tanto que ele não dormia. Certa feita perguntado por um repórter sobre felicidade, respondeu: - A felicidade para mim, deitado há tanto tempo sem possibilidade de me mexer, seria poder virar de lado. Aproveitou a chance para falar sobre o amor e o valor da vida. Essa entrevista livrou do suicídio uma senhora que havia perdido a razão de viver.
Jerônimo tornou-se um grande divulgador do Espiritismo, sendo constantemente levado Brasil afora por mãos amigas. Para sua locomoção, deram-lhe uma Kombi, onde adaptava a cama. Mesmo diante de todas as limitações que a doença lhe impunha, deixou seis livros editados, discos gravados, fez campanhas para arrecadação de recursos para ajudar necessitados. O Centro Espírita Seareiros de Jesus, Gráfica Espírita Cairbar Schutel, Lar Espírita Pouso do Amanhecer, em Ituiutaba (MG), Comunidade Espírita Maria João de Deus e a Casa da Sopa Jerônimo Mendonça em São José dos Campos (SP) estão entre as obras deixadas por ele.
Pelo enorme exemplo, Jerônimo foi apelidado pelos amigos e pela imprensa "O Gigante Deitado". Fisicamente deitado, porém moralmente sempre esteve de pé. Depois de suportar resignadamente seu calvário, deixou sua vitoriosa existência física aos 50 anos de idade, por insuficiência cardiovascular. Como um pássaro, libertou-se tranquilo e sereno.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009

ESPIRITISMO E MEDICINA CAMINHAM JUNTOS
Pesquisadores afirmam que a fé e a ciência são fortes aliados no tratamento de algumas doenças. Com uma visão mais ampla, faculdades de medicina país afora já incluem na grade curricular a disciplina "Medicina e Espiritualidade".
Não se pode desprezar o pensamento do físico alemão Albert Einstein: "A ciência sem a religião é paralítica; a religião sem a ciência é cega". O Espiritismo ensina que a ciência e a religião são as alavancas da inteligência humana: uma revela as leis do mundo material e a outra as do mundo moral.
De acordo com Eliane Oliveira, professora do Departamento de Morfologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC) e coordenadora da disciplina Medicina e Espiritualidade, estamos em processo de intensa reflexão, onde a ciência se alia à espiritualidade por um mundo melhor.
"Principalmente com a física quântica, com a compreensão de que o universo é uma teia energética, onde todos estamos interligados, a Espiritualidade está em plena ascensão".
A dra. Marlene Nobre, presidenta da Associação Médico-Espirita do Brasil, afirma que a contribuição da Doutrina Espírita à medicina tradicional é enorme. "Primeiramente, ele muda a visão do mundo e do ser humano. Quando o médico espírita examina o paciente, sabe que tem diante de si uma alma imortal que está transitando, por alguns anos na Terra, vestindo um corpo físico e envoltórios espirituais, que vem sendo construídos ao longo de bilhões de anos e que adoecem segundo a lei de ação e reação. O médico sabe, portanto, que as doenças, em sua esmagadora maioria, estão relacionadas às imperfeições da alma e à lei do carma. E, principalmente, está consciente de que tem nos seus pacientes irmãos em humanidade aos quais compete servir, segundo os sentimentos de fraternidade exemplificados pelo Médico dos Médicos - nosso Mestre Jesus. O Espiritismo dá uma visão integral do ser humano: alma-mente-corpo e estimula o exercício da solidariedade entre todas as criaturas humanas".
A conceituada Universidade de São Paulo (USP) é uma das que criou o curso de extensão para a sua Faculdade de Medicina, denominado Medicina e Espiritualidade. O projeto foi elaborado pelo doutor Sérgio Felipe de Oliveira, psiquiatra, mestre em Ciências e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e do Espiritismo. Desenvolve estudos sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas.
Atualmente, nos Estados Unidos, mais de trinta cursos de medicina abordam a espiritualidade tanto através de palestras como de disciplinas obrigatórias no currículo acadêmico. O objetivo maior é a cura da alma através do conhecimento das crenças e de como a espiritualidade pode fazer parte de exames clínicos regulares.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
ESPIRITISMO E PSICOLOGIAA partir de 1989 o meio acadêmico foi surpreendido com uma série de livros espíritas trazendo apontamentos psicológicos. As obras passaram a ser conhecidas como "A Séria Psicológica de Joanna de Ângelis".
O médium espírita Divaldo Franco, após psicografar o livro “O Homem Integral”, de autoria do espírito Joanna de Ângelis, ficou impressionado com o conteúdo do qual era intermediário. Desconhecia muitos dos termos utilizados, como também a profundidade da análise feita por Joanna. À época, ela esclareceu-lhe que se tratava de um esboço de um conjunto de obras que estabeleceriam uma ponte entre a psicologia do ponto de vista acadêmico, e a psicologia com um olhar Espírita.
Preocupado com o impacto que esses livros poderiam causar, Divaldo consultou um amigo especialista em Psicologia e Psiquiatria. Este ficou deslumbrado. Tanto os conceitos estavam corretos do ponto de vista acadêmico, quanto apresentavam uma análise especial de correlações com a Doutrina Espírita. Mesmo convencido da validade das obras, Divaldo questionou Joanna de Ângelis, como é que ela tendo desencarnado em 1822, poderia escrever assuntos da atualidade e fazer referências a autores e escritores, a psicólogos, psicanalistas e psiquiatras do século 20. Ela explicou-lhe que o conhecimento sempre flui do mundo espiritual para o terreno. Muitos daqueles que trouxeram diversas correntes psicológicas para a Terra passaram por uma preparação prévia e estiveram em convívio com ela e outros espíritos debatendo e construindo o que aqui apresentariam. Muitos estudiosos do comportamento humano reencar-naram sob a assistência desse grupo espiritual.
Esclarece Joanna que a tarefa da psicologia espírita é tornar-se ponte entre o pensamento espiritista e as notáveis contribuições dos estudos do passado apresentados por eminentes psicólogos. Oferece-lhes um elo que ilumina os recantos e os abismos do inconsciente individual e coletivo, as imagens psíquicas, os impulsos e tendências, os conflitos, os ideais, a busca da plenitude de cada ser na sua larga caminhada reencarnacionista. Mostra também que Jesus era o mais profundo conhecedor da psique.
Atualmente, além dos psicólogos transpessoais e analíticos, outras correntes também examinam a produção mediúnica de caráter psicológico e comprovam sua validade.
A Séria Psicológica do Espírito Joanna de Ângelis, psicografada pelo médium espírita Divaldo Franco atualmente é composta por 15 livros. Em ordem cronológica, são eles: “Jesus e Atualidade”, “O Homem Integral”, “Plenitude”, ‘Momentos de Saúde”, “O Ser Consciente”, “Autodescobrimento: Uma Busca Interior”, “Desperte e Seja Feliz”, “Vida: Desafios e Soluções”, “Amor, Imbatível Amor”, “O Despertar do Espírito”, “Jesus e o Evangelho à Luz da Psicologia Profunda”, “Triunfo Pessoal”, “Conflitos Existenciais”, “Encontro com a Paz e a Saúde” e “Em Busca da Verdade”.
Francinaldo
sexta-feira, 24 de julho de 2009

CRIACIONISMO E EVOLUCIONISMO
Uma das mais importantes revoluções científicas foi a Teoria da Evolução, apresentada por Charles Darwin, em 1859, para explicar a diversidade biológica. Como O Livro dos Espíritos lançado dois anos antes, a obra de Darwin sacode a crença religiosa da criação apresentada na Bíblia.
A princípio, dominou a teoria do criacionismo: Deus fez o homem de um momento para o outro. Analisando-se rapidamente não há imaginação que possa comportar essa ideia. Uma porção de barro transformar-se em setenta bilhões de células e toda a complexidade do nosso organismo. Mas, imaginemos que tenha sido assim, e um questionamento logo surge: por que a mulher também não foi feita dessa forma? Por que de uma costela do homem? São imagens que Carl Gustav Young chamará de arquétipos, ou seja, imagens comuns do inconsciente coletivo da humanidade. Essa corrente predominou até 1859, quando o britânico Charles Darwin apresentou A Origem das Espécies. Nesse livro, Darwin mostra fortes evidências da evolução, onde a diversidade das espécies é um processo sucessivo de ramificação, oferecendo margem ao materialismo, que não aceitava a ideia criacionista, aumentando o fosso entre ciência e religião.
Cabe fazer a ponte entre a doutrina do criacionismo e do evolucionismo, ao espiritismo. Na sua teoria evolucionista, tudo progride na natureza, desde o átomo até o arcanjo. O homem biológico descende do mundo animal, porém o homem como ser espiritual vem da divindade. O corpo carnal foi o veículo do qual a divindade se utilizou para desenvolver o psiquismo. Na visão da doutrina espírita, Deus nos criou simples e destituídos de complexidades e sem conhecimento das informações. Tal qual uma semente, para desabrochar a potência adormecida, o espírito precisa do habitat da matéria. Todo esse processo deu-se desde o reino mineral quando o psiquismo era força de união de moléculas, a atração. Passa ao vegetal quando desenvolve a sensação; no reino animal desponta o instinto; no ser humano, quando desabrocha a inteligência, o livre-arbítrio, a razão, depois a intuição, a angelitude. O Espírito André Luiz na obra Evolução em Dois mundos afirma que a evolução prevalece para todos os seres do Universo.
O criacionismo merece todo respeito, não na forma textual como é apresentado, mas como hálito divino. E o evolucionismo, porque temos toda a documentação fóssil que apresenta as evidências. Não rejeitemos, pois, a Gênese bíblica; ao contrário, deverá ser estudada, como se estuda a história da infância dos povos. Trata-se de uma época rica de alegorias, cujo sentido oculto se deve pesquisar; que se devem comentar e explicar com o auxílio das luzes da razão e da Ciência. Aquele tempo era de uma cultura muito limitada, o nível de consciência dos hebreus, um povo nômade, não teria como entender a criação do universo. Moisés inspiradamente utilizou-se de símbolos compatíveis com o entendimento deles, passando a ideia da criação em sete dias, que a ciência moderna aponta como sete longos períodos.




